14/08/17

14/08/17

Até o último Homem - Filme

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Em plena segunda feira, no dia de recomeços, nada melhor do que falar de FÉ - aquela que move montanhas - e não só a religiosa, mas também a ideológica, numa história baseada em fatos reais de alto teor heroico e religioso.

Desmond Doss é um jovem adventista/pacifista, temente a Deus, que sofre sérios distúrbios psicológicos acompanhados de um fanatismo religioso bem exagerado. Personagem vítima de suas convicções, ele decide servir o seu país na Segunda Guerra Mundial destinado a salvar vidas das pessoas como médico e não portar nenhuma arma, devido a traumas de infância. Como se proteger em meio a tanta violência sem nenhum artifício? O poder da palavra é capaz de alterar o destino de um homem?

O longa se divide em três partes: a primeira retrata a juventude do rapaz na Virginia, a origem da sua fé e as motivações destas; a segunda passa a maior parte no treinamento do esquadrão e retrata muito bem a batalha pessoal em conflito com o mundo real e todas as dificuldades sofridas por este herói, entre elas: o buylling sofrido pelos colegas e o crime de desobediência que quase chegou nas cortes marcial; até a terceira e o clímax da batalha de Okinawa, mostrando a crueldade e barbárie dos japoneses.

Apesar de parecer uma demagogia e até uma exceção, essa história é realmente aconteceu e segundo registros o soldado Desmond salvou cerca de 75 homens gravemente feridos e se tornou um mártir em exemplo de ingenuidade e integridade, sempre disposto em auxiliar a todos que o procuram.


As cenas no campo de batalha são impecáveis, e a todo momento o drama questiona a violência dos homens entre seus semelhantes, bem como a blindagem da mente de Doss diante de seus ideais, que prefere salvar vidas ao invés de tirá-las, mesmo imerso a todo o horror.

Mesmo imerso a todo o inferno apresentado de corpos mutilados, a dor e o medo da morte, ameaçando o paraíso na terra, Ross consegue manter os seus grandes atos de fé e heroísmo numa condição incontornável de redenção que ultrapassa todos os conceitos de libertação. Um filme digno a sua história. Prepara a pipoca e o refrigerante!

Trailer:

07/08/17

07/08/17

Diário de Leitura - IT: A Coisa, de Stephen King (Parte III)

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“Bill sentiu o peso familiar do medo envolver seu coração de novo. Seria uma coisa com a qual dava para se acostumar tão rápido? Ou era algo que ele tinha carregado consigo, sem sentir nem pensar sobre como acontecia com o fato inevitável de sua própria morte”.

Alguns imprevistos aconteceram que fizeram atrasar um pouquinho a leitura, mas o projeto #LENDOACOISA continua em vigor e tudo que se pode realmente garantir é que: o movimento em Derry está tenso e valeu a pena o esforço para agilizar a leitura em meio a tantos compromissos.

Pelo cumprimento da palavra e pela ordem natural das coisas como tem que ser, os adultos – integrantes do clube dos otários, embora com perda – graças a promessa feita naquela tarde de verão, retorna a velha cidade juntamente com suas terríveis lembranças e gosto familiar de lar.

Derry está evoluída, e é possível notar essa diferença, a maioria dos prédios antigos foram substituídos por bancos e estacionamentos e a taxa de natalidade ajudou muito a cidade a crescer, mas o temor do sobrenatural ainda paira nos olhos daqueles habitantes e ainda é possível escutar um grito de socorro nos encanamentos do banheiro.

Acompanhados por seus problemas atuais, como a infertilidade, marido agressor e entre outros, os protagonistas decidem se reunir para delimitar a forma e quais deles vão realmente lutar para derrotar a Coisa.

O palhaço continua a assombrá-los desde suas chegadas, com lembranças e devaneios acontecidos durante a infância, mas no fundo se percebe, que a criatura teme por seu próprio fim, no momento em que suas vítimas passem a não acreditar nela, levando a crer que tudo pode ser fruto da imaginação, ou, não de cada personagem.

Para buscar ajuda, Pennywise busca auxílio de um inimigo antigo do grupo – Henry – que agora se encontra internado num Hospício por crimes que supostamente cometeu, e sofre bastante influência da deste que exige dele uma atuação mais ativa no sentido de causar grande mal cada um dos integrantes.

Um dado que se obtém é que sempre que a Coisa inicia seus ataques, o final de seu ciclo é acompanhado de um grande massacre e não apenas mortes isoladas, e que este mal se perpetua há tanto tempo que é possível extrair alguns horrores dos cidadãos mais antigos.

Na quarta parte desta obra, vamos saber de fato qual dos integrantes vão continuar em Derry e lutar contra a Coisa e como se dará de fato este embate. Será que realmente vão conseguir derrotá-la? Ou serão só mais uma vítima? O que leva a Coisa a influenciar as pessoas? O  medo é a principal fonte de poder?

Continue com a gente para desvendar este mistério!


Confira outras publicações a respeito da obra:

04/08/17

04/08/17

The Kiss of Deception - As Crônicas de Amor e Ódio, de Mary E. Pearson

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“Um príncipe, uma princesa, um assassino”.

De cara eu logo pensei "Sério um triângulo amoroso? Nossa, como odeio esse clichê". Mas depois eu realmente parei e ponderei melhor "Não, não é possível que a Darkside publicaria um livro com essa capa tão maravilhosa para se limitar a um simples caso de amor", então depois de ler inúmeras resenhas decidi comprar este exemplar. 

Lia é a Primeira Filha do Reino de Morrighan, e isso é muito importante diante dos costumes, ser Primeira Filha significa responsabilidade, dom, respeito e obediência acima de tudo as tradições. 

Então, juntamente com amiga Pauline foge em busca de uma vida normal e autônoma assombrada por um Kavah (tatuagem de casamento que carregava nas costas).

Em meio a todas as reviravoltas, um assassino é enviado para matá-la impedir a união dos reinos Morrighan e Dalbreck, e o príncipe intrigado com a atitude dela parte para conhecê-la onde quer que estivesse. 

A princesa se torna a garçonete de uma caverna onde foi acolhida pela tia de Pauline. A vida aparenta novos ares, novos obstáculos, novo amor, paixão e desejo, fazendo parte da felicidade de Lia. Como nem tudo são flores para sempre, com assassinos à espreita e vendanos invadindo as fronteiras, ela começa a repensar as consequências de sua decisão até ser sequestrada por alguém que nunca esperava uma traição.

A escrita da autora é realmente impressionante, acredito que uma personagem como Lia não é fácil de criar, desenvolver e permanecer, o livro traz perfeitamente o empoderamento feminino,  mostrando o tipo de personagem que não precisa "ser salva", que não precisa necessariamente de um homem para conquistar seus objetivos e mudar seu destino, que está onde, quando e do jeito que bem entender. 

A leitura me surpreendeu a cada página, de início fiquei confusa com a identidade dos dois protagonistas masculinos e já digo a vocês e para quem vai ler, que até o meio do livro é difícil reconhecer a identidade de Rafe ou Kaden, a Mary E. Pearson soube camuflar tal mistério nas entrelinhas das páginas criando pontes submersas para a atmosfera da narrativa no segundo volume.

ADVERTÊNCIA: preparem o coraçãozinho de vocês, pois a escritora pega na mão e esmaga que nem a Regina, de The Once Upon a Time!

02/08/17

02/08/17

Lady Macbeth - Filme

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Lady Macbeth me chamou a atenção pelo conteúdo de drama e época, eu simplesmente amo filmes do tipo, e estou apostando muito nele, apesar de saber que provavelmente não virá para o cine da cidade em que assisto (aqui é muito limitado mesmo!). Vou deixar aqui o trailer e sinopse para vocês conhecerem um pouquinho mais do filme, precisamos fugir mais dos "modinha" hein?

Sinopse: Katherine (Florence Pugh) está presa a um casamento de conveniência. Casada com Boris Macbeth (Christopher Fairbank), a jovem agora se vê integrante de uma família sem amor. É só quando ela embarca em um caso extraconjugal com um trabalhador da propriedade do marido que as coisas começam a mudar. Ela só não contava que isso iria desencadear vários assassinatos.

Trailer:

01/08/17

01/08/17

Como agarrar uma herdeira - Julia Quinn

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Um dos livros mais românticos e engraçados de Julia Quinn, Como agarrar uma herdeira inaugura a série "Agentes da Coroa", que será uma duologia e tem como data de lançamento dia 8 de agosto, já expressei meu amor imensamente aqui para vocês por essa autora incrível, simplesmente sou apaixonada pelo série Os Bridgertons que vocês podem conferir a resenha de quase (lágrimas, não tenho o último, aceito de presente kkkkk) todas no blog.

A capa dessa nova obra está maravilhosa assim como todas as outras né? Vamos combinar que a Arqueiro está arrasando em suas diagramações e designers, só estou sentindo falta de edições em capa dura!

Sinopse: Quando Caroline Trent é sequestrada por engano por Blake Ravenscroft, não faz o menor esforço para se libertar das garras do agente perigosamente sedutor. Afinal, está mesmo querendo escapar do casamento forçado com um homem que só se interessa pela fortuna que ela herdou.
Blake a confundiu com a famosa espiã espanhola Carlotta De Leon, e Caroline não vai se preocupar em esclarecer nada até completar 21 anos, dali a seis semanas, quando passará a controlar a própria herança milionária. Enquanto isso, é muito mais conveniente ficar escondida ao lado desse sequestrador misterioso.
A missão de Blake era levar “Carlotta” à justiça, e não se apaixonar por ela. Depois de anos de intriga e espionagem a serviço da Coroa, o coração dele ficou frio e insensível, mas essa prisioneira se prova uma verdadeira tentação que o desarma completamente.

Para quem assim como eu, é muito curiosa, pode conferir um pouquinho da obra,
 clicando aqui!

Links para compra:

Confira as resenhas da saga dos Bridgertons, de Julia Quinn:
A caminho do altar – Julia Quinn